quinta-feira, 24 de novembro de 2011

PROSPERIDADE

E agora, um profundo respiro da energia emocionalmente intensa e controladora de escorpião, para ingressarmos com o Sol na Constelação de Sagitário. A seta do Arqueiro aponta para o infinito...para a dualidade entre o homem e o animal, o espírito e a matéria...os instintos e a inspiração libertadora...
Energia que traz consigo o convite para que exercitemos a expansão, o entusiasmo e o otimismo!
Regido por Júpiter, Sagitário é o exagerado do zodíaco, o grandiloquente e sonhador que não se contenta com pouco...    Quer tudo!  Olha para o alto como se lá estivesse e sua mente filosófica tem a dimensão do Cosmos. Sua confiança na vida é contagiante e seu espírito sonhador é imbuido da fé em algo maior que si mesmo.
 
Juntam-se ao Sol, também os Planetas Mercúrio e Vênus no Signo de Sagitário. Regentes do intelecto e do amor respectivamente. Então preparem-se para a grandiosidade, para o lançar-se além de suas fronteiras pessoais, se aventurando a correr riscos...  Sua palavra de ordem é a abundância e a liberdade fogosa de fazer valer os grandes sonhos porque  tudo é possível. Proibido, é pensar pequeno.



sábado, 12 de novembro de 2011

SOMOS TODOS INOCENTES



Que hoje e a cada dia a nossa criança seja resgatada do útero da vida
Como uma flor beijada pela lua que se abre para a Luz do sol...SOMOS UM!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Dominar o Tempo

O que nos faz vacilar na certeza, de que os processos da vida estão envolvidos pela luz do Criador é: o tempo.
O “Tempo”, entidade inventada para servir apenas à dimensão material, possui o atributo implacável de espelhar as limitações do plano físico, bem como pode servir ao homem para alargar os seus limites ao  ater-se no momento presente.
O medo do tempo só faz gerar dúvidas na mente humana a respeito de um futuro eminente ou mesmo imediato.
Ficamos na incerteza se devemos tomar essa ou aquela decisão pelos artifícios da mente que divaga por hipotéticas linhas divisórias.
O segredo da convicção de que existe um plano superior que determina todas as situações e desafios dos seres viventes, está contido na medida do quanto você se fizer presente em sua própria vida.
O que implica em não procrastinar decisões desafiadoras, mas entender que elas são oportunidades de crescimento.
Tão pouco reagir de imediato às situações difíceis que a vida nos apresenta, sem antes dar-se conta de que é preciso agir com consciência.
Mover-se do “ver pra crer” para o “fazer pra ver” e adquirir uma visão de longo alcance, que abarque a intuição receptiva à mensagens subliminares e a conexão com o próprio coração.
Em outras palavras, cultivar a meditação e naturalmente o conhecimento do funcionamento do próprio ego.
Também não imaginar que se trata de fé ou crença, e sim de pura nanotecnologia espiritual.
Ciência essa que abarca o exercício de se lançar  para fora da zona de conforto, e da sensação ilusória de segurança que nos acomete a todo momento em que somos resistentes à mudanças. São esses passos corajosos que nos levam a crescer, descobrir talentos e ampliar competências.
Além do horizonte da dúvida, paira a certeza e um mundo novo a ser descoberto...
Pense nisso!

sábado, 5 de novembro de 2011

Chamado da Natureza

Minha filha de 10 anos adora animais.
Tigres, cavalos, ursos, golfinhos...e claro, gatos e cães, aliás, especialmente esses!
Não por serem domésticos, ela tão pouco é domesticável... e sim por estarem tão próximos e abertos a uma relação de fidelidade e incondicional apreço, que ela simplesmente se dispõe à entrega do compartilhar...
A possibilidade certa de rolar com eles pelo chão, mergulhando em suas carnes e pêlos num estado de felicidade crônica é a mesma de saber-se, tal qual eles, um bichinho irresistível a toques e carícias...
Nas vezes em que a levo ao zoológico, ela passa longos minutos olhando nos olhos dos elefantes, macacos e outros mamíferos, captura-os com o olhar e juro que por um momento, pousa em meu coração um calor diferente...
Pela minha mente, corre célere o pensamento de que minha filhinha está vivendo algo de sagrado com todas essas espécies...
O que assisto é a uma total empatia que se dá entre eles, instinto puro...
Uma união de almas que me assusta ao mesmo tempo em que pulsa em todo o meu ser a admiração e o silêncio...
Confesso que é desconcertante a reverência com que sou tomada nesses breves instantes.
Constrangedora, pois essa percepção é flagrante e reveladora da distância que impomos a esse universo tão simples, pleno e selvagem do qual, via de regra, nos descobrimos apenas como espectadores.
Esse cenário que chamamos de Natureza de repente grita, invade e reivindica um lugar que quer se expressar de dentro pra fora.
É aguda a dor de perceber o quanto a civilidade deprime, cada vez mais cedo, o ser humano ajustado a viver nas selvas de concreto, que se tornaram as grandes cidades.
Tanto, que até a interação amorosa de uma criança com o todo do qual faz parte, sensibiliza como uma saudade...
Enxergando esse ser que saiu das minhas entranhas, a ser totalmente o que é, meu corpo físico quase a acompanha nesse movimento que ressoa do íntimo, qual convite a dançar de pura nostalgia...
Um momento após, sinto a couraça, como o peso árduo a carregar...o peso que me cabe!?
E ao vacilar me preservo no caminho seguro: limpa, cheirosa e “arrumadinha”... enquanto meus corpos mais sutis continuam a gritar por liberdade e leveza.
E ao me reconhecer, adulta, arraigada a valores tecnológicos e comportamentais que distanciam anos-luz dos encantos e da simplicidade do contato espontaneo com a Natureza, pergunto: há quanto tempo, quando e como deixamos de ser inocentes, como as crianças e os animais?
Aonde perdeu-se o dom de sermos seres naturais e passamos a usar máscaras para nos esconder?
Por quê usamos véus e truques para vender uma imagem aceitável de nós mesmos ao invés de desfazermos as sombras que nos impedem de ser apenas o que somos?
Decido deixar que essas perguntas se desvanesçam no ar e volto a mim com ternura, em plena aceitação dessa sombra que também sou...
Tentando aliviar a tensão dessas polaridades, agora me abro de corpo inteiro, para abraçar a minha “cabritinha”, que vem correndo ao meu encontro para dar e receber sorrisos e carícias plenas de alegria!
Quer saber, hoje é domingo e ainda tenho o dia inteiro pela frente para me lançar aos impulsos de um ritual cheio de vida...
Quero compartilhar mais cheiro de natureza, de bicho e de gente, com um ser amado...
Quero lágrimas de emoção, olhares de sedução, risos largos de tesão, de diversão...
Quero a linguagem natural do amor!
Instintos à flor da pele, selvagem e sutil...erótico e cósmico...
Quero tudo!
E ainda a paz de dormir agarradinha com meu urso...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Se valesse a pena



Se valesse a pena eu te diria
Que o nosso amor chegou ao fim
Se valesse a pena eu te diria
Que te amo mesmo assim

O amor se renova e amadurece
Como um fruto bom a se degustar
E há tantas formas do amor se dar
Pequenos detalhes a se desvelar

O amor se renova como a lua
E muda como as marés
Mas a lua ainda é a lua
E o mar é sempre o mar

E o desamor é o amor
Que ainda não se revelou
Amor se aprende
Se faz emergir

Somos feitos Dele
Criador supremo
No céu e na Terra
Agora e no porvir

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Ser, humanos

Ainda há tempo de curar a Terra
Honrar a aliança da guarnição
Desabrochar os sonhos férteis
de esperança
Qual despertar de um sono longo
de omissão
Reconhecer na pele a dor da traição
Mesclando às suas águas lágrimas
de sangue
Até acender no peito o arrependimento
E ascender à altura do impossível tempo
Ainda temos forças de nos debruçar
Beijar o fel que a fizemos derramar
Verter estrelas em seu ventre fustigado
Em suas carnes pulsar o coração magoado
Ainda há tempo de lamber feridas
Purgar o pus que vaza de memórias
No cósmico e no erótico
Parir a alma do imundo
Do mais profundo fundo
Ser mais amor ao mundo