sexta-feira, 25 de março de 2011

Delicadezas d'alma

Que fascínio exerce a ingenuidade
Se até dos duros extrai o amor?
Como pedra a se esfarelar
Na suavidade do profundo mar

Haverá talvez na natureza humana

Um constranger de sua humanidade
Ao flagrar na inocência  

Sua origem e verdade?

Quem sabe a nobreza dos puros de alma
Por serem humildes sem o saberem
E diante dos grandes não se constrangerem

Seja a sintonia com a gratidão
A paz do firmamento no próprio coração
Vivendo na luz de serem o que são...

Um comentário:

  1. Muito estimada Lídia! Suas palavras exercem fascínio. Pela beleza da construção, pela poesia, pela profundidade temática e, nenhuma novidade!, pela certeza com que você escreve. Certeza adquirida não só através do Conhecimento, mas também, e principalmente, através do "surgimento" diário do seu Ser Interno mostrando todo o esplendor da sabedoria, da humildade, da vontade de partilhar seus nobres sentimentos e seus belíssimos escritos. Sinto-me honrado em ter sua amizade. Um forte abraço, Carlos Morandi.

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