sexta-feira, 17 de junho de 2011

SAUDADES

flertar com a morte
a despeito da sorte
suspirar na busca
do que nunca morre...
humanos contornos 

de evitar a dor...

mover o destino
sem o desatino
de fingir que é bom
o que não convém

dançar com a vida

no verso e no canto
emergir do pranto
no tempo e no espaço
sorrir ao acaso


humanos limites que não mais espantam...

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