No palco onde encenam-se as ilusões mundanas
Que passam como prismas de vida irrefletida
Emerge do infinito beleza imorredoura
Nas brumas do mistério que inacessível fora
Eis que ao apodrecerem as velhas escrituras
Renovadas leituras emergem dos destroços
E por elas viceja a sutil formosura
De mentes que se abrem a apócrifos novos
A memória do belo se dá a quem o venera
E resgata em sua arte verídica quimera
Na nostalgia do amor que reinventa as eras
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