Minhas lágrimas encharcam o solo
Purgando as dores do mundo
Formando oceanos profundos
de compaixão e alento
esperança infinita...
Minha euforia nasce inocente
Se abre no sexo, no plexo
no verso...
Flores do ser
Côncavo e convexo
Explode em riso de criança
Semeia flores, perfuma cores
Eterno gozo de primavera...
Minhas sombras sinuosas
Emergem de dentro pra fora
Adentram de fora pra dentro
E a todas eu danço
E a todas concedo o alento e o canto
Plasmo coreografias de paz
em palcos do agora
em teatros do além...
O amor me habita e transcende...
Abriga a pequena alma
Em sua Grande Alma
Como pode o pequeno abarcar o Grande?
Como pode o finito conter o infinito?
Não sei como...mas pode...
Por Ele meu beijo alcança
Lábios que não me quiseram
Braços que não me abraçaram
Olhos que não me enxergaram...
Aceito o que foi e deixo passar
Embalada pelo amor que une
Amando ainda mais o que é
os que são, o que flui
de coração a coração...
eu te amo tanto, tanto, tanto...e no entanto...!?
ResponderExcluirpor favor, nunca pare de escrever e ascender minha alma, querida